Tem certas etapas da vida, que temos que ir desfazendo de tudo
que não serve mais, roupa velha, sapato velho, objetos velhos,
sentimentos não habitados, e até mesmo pessoas desnecessárias,
que serve mais como peso morto, do que um motivo de alegria.
E acordei assim "desapego", desfazendo de todo tipo de sentimento,
e coisa que não serve pra trazer luz, e não tem nenhum significado importante...
E sinto dizer, que se por acaso não receber mais noticias minhas,
nenhum sorriso, e nada mais que um breve silêncio,
significa que você fez parte dessa lista.
Comigo agora só quem é do bem, quero sorrisos sinceros,
gargalhadas de fazer a barriga doer, aquelas que a gente chora de tanto que sorri,
quero passeios em tardes calmas, sol quentinho pra esquentar as manhas,
quero passeios em tardes calmas, sol quentinho pra esquentar as manhas,
amizade daquelas que a gente sente por perto mesmo a um milhão de distância,
amigos pra poder desabafar, e se sentir seguro...
amigos pra poder desabafar, e se sentir seguro...
Uma tamanha fé, ainda mais da que existe em mim,
Deus acima de tudo, e que ele continue regendo os passos da minha vida.
Amor de manha, amor de tarde, e mais amor a noite, ao lado da luz da lua.
Poder sentir que perto de mim, somente os que merecem ficar,
nada mais de dar mais um minuto pra quem não merece.
de agora em diante sera assim, somente especiais perto de mim!
Um Beijo!
Patrícia Oliveira
Me achei aqui:
Olho para trás e vejo aquela menina que queria entender tudo,
com medo de que não coubesse tamanha quantidade de informação dentro de si.
Coube e ainda cabe.
E quanto mais entra, mais sobra espaço para a dúvida.
Compreendo hoje que nunca entenderei a morte, os sonhos,
com medo de que não coubesse tamanha quantidade de informação dentro de si.
Coube e ainda cabe.
E quanto mais entra, mais sobra espaço para a dúvida.
Compreendo hoje que nunca entenderei a morte, os sonhos,
a sensação de dejá-vu e as premonições. Nunca entenderei por que temos
empatia com uma pessoa e nenhuma com outra. Não entendo como o mar não
cansa, nem o sol. Não compreendo a maldade, ainda que a bondade excessiva
também me bote medo.
empatia com uma pessoa e nenhuma com outra. Não entendo como o mar não
cansa, nem o sol. Não compreendo a maldade, ainda que a bondade excessiva
também me bote medo.
Clarissa Corrêa


5 comentários:
Essas "faxinas" nos fazem tão bem!! Eu que o diga! Como guardamos coisas, sentimentos...somos ainda tão apegados!! Adorei o post!!
Desculpe a ausência, infelizmente o TCC está consumindo o meu tempo! Mas farei um esforço para dar umas escapadinhas pelos blogs amigos, que me fazem tão bem!!
Beijinhos!♥
Querida jovem amiga, às vezes essas faxinas são necessárias para a gente ultrapassar paradigmas que já não servem mais à nossa evolução. Ah, por fim, lembrei de um trechinho de uma música do Roberto Carlos, que eu curtia lá nos anos sessenta - eu venho de longe - "De hoje em diante/só vou gostar/ de quem gosta de mim"
Um abraço.
Pois é, alguém disse um dia que se queremos mudar os móveis da casa, primeiro temos de tirar os velhos para arranjar espaço para os novos, e assim é com a vida
Beijos e boa sorte com as "arrumações" :)
Assim é a vida né Rita, abrir espaços, pra que novas emoções possam adentrar!
E que venha me surpreender, é o que espero!
beijos
E assim nos fazemos e refazemos..
Beijoss
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