Já era novembro, e ela não esperava por mais nada, apenas decidiu fazer por si aquilo que os outros meses não fizeram.
Ela tinha consciência de que mês nenhum faria nada por ela, mas gostava de ser um pouco clichê nas suas palavras.
Continua disposta a encarar a vida que levava, queria ver até aonde isso tudo iria dar. O que se tornava cansativo eram as pessoas, a falta, a perda e principalmente a diferença. Ela se sentia diferente em certos momentos, suas ideias, suas conversas, as pessoas estavam vazias de conversas, de gentileza, de verdade, de opiniões própria e de troca de carinhos. Todas essas diferenças a faziam gostar ainda mais de si, e assim, ela continuava a observar cada movimento, cada conversa, cada palavra, cada letra, cada canção que se escondia dentro de si mesma. Tinha no coração o amor, e na cabeça lembranças que ainda queria esquecer. Mantinha o respeito daquilo que achava certo, mas perdia a paciência toda vez que alguém tropeçava em seu limite. Já era novembro, e ela não esperava por mais nada, nem das pessoas, nem dos meses, nem dos anos, apenas focava naquilo que acreditava. Embora ela não esperasse pelo tempo, sabia que ele poderia tomar conta de todo resto que lhe faltava...
Patrícia Oliveira

4 comentários:
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Muito bom. Gostoso
e bonito.
Beijos,
silvioafonso
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Adorei seu blog!
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Mt legal seu texto! Vc escreve bem ! *----*
Bjs,
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Um lindo texto!...
Assim é a vida, mas há de se ter sempre esperança... Um novo ano vai chegar, busque em seus sonhos acreditar...
Beijos. Tenha um bom fim de semana.
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