Reconheço que sou feita de açúcar.
Tenho convicção que derreto-me toda.
Sou mel, puro afeto, melado, frutose e tudo que adoça.
Não há como negar que sou romântica.
Nem a última, nem a primeira. Sou apenas romântica.
Não chega a tanto para acreditar em duendes, fadas, princípes,
mas me ajoelho para o amor.
Também admito que meus conceitos de vida,
giram em torno de uma vida cheia, cheinha, lotada d
este sentimento
insubstituível. O amor faz bem para a alma, para o coração,
melhora o humor e mais um bocado de coisas.
Sinto falta disso, preciso disso.
Agora, vamos conversar; o amor emergir na sua vida um risco.
Ele pode passar rapidamente ou durar um bom tempo.
No meu caso, ele veio, demorou um pouco, dobrou a esquina e deixou
a saudade. Nunca ousei substitui-lo por sentimento equivalentes.
Tampouco morri ou morrerei por isso. A porta continua aberta.
Ele pode vir, se assim for conveniente.
Se não vier, é certo que a vida continua e eu tenho outras coisas
bem bacanas para me ocupar, sem traumas, muletas, angústias
ou crises e aparentemente tenho a obrigação de ser feliz.
Combinei isso com a vida e dou-me este direito...
Ita Potugal.
Achei tão lindo, lindo :)
Noite iluminada a todos,
e uma semana cheia de luz!
beijos meus



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